1. Você faz parte do Movimento Estudantil e é presidente de DA dentro da Universidade. Com base no que você estudou, elabore duas estratégias de comunicação que possuam efeitos políticos através do uso de um weblog. Descreva suas estratégias e explique qual seu efeito político.
Considerando que o DA é uma representação da voz dos estudantes no cenário administrativo acadêmico, sua função se compara praticamente à da câmara dos deputados em um plano nacional. Essa análise pode ser extendida tanto à função do diretório quanto à forma como ele é compreendido; os estudantes conhecem a estrutura organizada, sabem quem são os representantes do DA, mas apenas a minoria sabe das propostas e ações iniciadas a partir desse movimento. Em virtude dessa falta de conhecimento, o estudante que não é próximo de algum dos integrantes do diretório sente sua participação inibida, distanciando-o do movimento estudantil e, conseqüentemente, negando sua presença direta na tomada de decisões que afetarão as diretrizes adotadas pelo curso e, ao mesmo tempo, as que lhe são impostas pelo setor superior da universidade.
Com base nesse cenário, a primeira estratégia visaria convidar o universitário a se engajar nesse processo político. Para que se concretize tal objetivo é necessário, em primeiro lugar, atrair a atenção dos estudantes. Paredes do campus, então, seriam revestidas por panos pichados contendo palavras de protesto. Em adição, seriam espalhados diversos cartazes com o mesmo teor crítico, contendo frases de efeito moral e charges. Contudo, o conteúdo desse material não viria ao encontro da realidade, ou seja, seriam apenas boatos que, de certa forma, encontrariam suporte na ironia. Ainda dentro desse material, seria indicado o endereço do weblog que, por sua vez, se relacionaria ao tema central da campanha. Para ilustrar essa ação podem ser considerados exemplos como www.queremfecharoda.com.br ou também www.queremtecalar.com.br. Dentro desse blog os estudantes encontrariam, além de uma explicação para a campanha, ações concretizadas pelo diretório e iniciativas ainda em processo. Universitários seriam convidados a integrar o movimento estudantil para que todos aqueles protestos não se tornem reais num momento próximo. A estrutura de comentários do blog ainda permitiria aos usuários comentarem as propostas e sugerirem novas ações.
A segunda estratégia poderia ser tanto uma alternativa à primeira quanto um complemento dela. Caso fosse apresentada como recurso único, ela trabalharia em um cenário de preconceito e insatisfação decorrente da própria imagem da universidade. A UCPel, por associações externas, é remetida à imagem de uma instituição de fraco ensino e, muitas vezes, vista com uma imagem negativa pelas caras mensalidades, propiciando a disseminação de boatos de que a faculdade não se preocuparia com a estrutura oferecida aos seus alunos, contentando-se com fracos laboratórios e um ambiente de ensino meramente regular. Para isso, ofereceria-se não palestras, mas mesas abertas de discussão onde professores debateriam esse tema entre si. Seriam convidados professores, sendo eles de um único curso ou não, que tivessem diferentes relações com a faculdade, além do presidente ou de outro membro do diretório acadêmico; comporiam a mesa desde um professor que tem por função a coordenação de um núcleo de ensino, de um determinado curso até aquele que apenas leciona poucas vezes por semana. Como estrutura organizadora desse encontro se apresentaria o blog, representando a face estudantil. Dentro do determinado espaço virtual seriam veiculadas notícias pertinentes à relação faculdade-estudante; seriam relatadas ações administrativas que agissem diretamente sobre o movimento estudantil, em adição seriam retratados os ambientes da faculdade, descritos pelos próprios usuários das estruturas — professores-coordenadores e alunos — que analisariam esses ambientes e sugeririam melhorias possíveis. O blog serviria como um termômetro dessas mesas abertas uma vez que as discussões girariam em torno do conteúdo da página. Logo, seriam expostos os lados positivo e negativo da universidade, discutida a própria estrutura da UCPel e também avaliado medidas possíveis de serem trabalhadas tanto pelos núcleos de organização quanto pelos diretórios acadêmicos.
Essa estratégia objetivaria à desmistificação de boatos que são criados e trazidos para dentro do ambiente universitário pelos próprios estudantes. Os professores trabalhariam com as questões levantadas pelos universitários, servindo verdadeiramente como mediadores entre os alunos e a estrutura da faculdade. Tais medidas esclareceriam decisões adotadas pela administração e ainda por cima facilitariam a ação do diretório acadêmico, que muitas vezes não sabe sobre quais elementos trabalhar e desconhece o seu poder de ação.
2. Analise como as características das redes podem auxiliar ou prejudicar suas estratégias propostas na questão anterior. Explique.
As redes sociais, em ambas estratégias, podem atrapalhar pela forma como se estabelecem. Ambos blogs são ambientes virtuais provisórios criados para ações específicas num espaço de tempo relativamente curto. Pela sua concepção prematura, não é imbuído do sentimento de pertença essencial à configuração de um grupo. Logo, os blogs podem: a) ser ignorados, acarretando na difusão de um boato que pode levar a uma série de mal-entendidos na primeira estratégia, e ao potencial enfraquecimento da segunda, que seria fortemente prejudicada na qualidade e na quantidade das questões debatidas; b) ser vítimas de ações hostis, criticando duramente as ações adotadas pelos blogs por n motivos que, se não vistas a tempo poderiam gerar grande perda de credibilidade do conteúdo.
Ainda dentro de uma analise que engloba ambas estratégias, a visibilidade adquirida pelo blog no ambiente universitário poderia dar partida à atitudes de simulação e dissimulação por parte dos seus colaboradores. Como forma de apropriação do capital social gerado dentro dos laços constituídos no ciberespaço, o avatar (no que diz respeito à representação da pessoa dentro de determinado espaço) permite a criação de inúmeros personagens sujeitos à interpretação dos demais usuários, sejam eles passivos ou ativos. Em virtude dessa característica, alguém poderia se utilizar do espaço levantando boatos, defendo posições que vão de encontro ao seu pensamento somente objetivando criar uma determinada imagem na mente de quem acessar o conteúdo. Logo, os blogs tornam-se espaços de forte propaganda política, não apenas por insentivarem discussões acerca dessa área, porém ganhando visibilidade e força na própria despolitização existente, pois surge como espaço comunitário único que traz a política até o ambiente universitário. Em adição, a transgressão desse espaço ainda é objetivo intrínseco do próprio blog. Essa característica torna esses espaços muito propícios aos marqueteiros políticos, num sentido pejorativo, que apenas se apropriam do capital social gerado a fim de alavancarem iniciativas próprias. O blog seria, portanto, utilizado, em primeiro plano, para a formação da imagem, e não para a proposição de novos rumos e iniciativas extensíveis ao ambiente acadêmico.
Em oposição a essa perspectiva, o blog complementa a proposta com seu poder amplificador gerado da coesão dos membros, constituindo um grupo que, por conseqüência, ganha um poder de ação muito maior. O capital social decorrente dos laços de união grupal dá uma nova visibilidade e uma maior gama de significados ao grupo. Logo, a própria expansão do grupo propicia um ambiente onde esse processo encontra sua continuidade e tende ao estado de inércia. Em outras palavras, conforme o grupo ganha mais visibilidade, mais pessoas interessam-se em participar e grandes são as chances da relação indivíduo-grupo se intensificarem, o que daria mais visibilidade ao grupo e assim por diante. Em adição,como extensão do espaço universitário, o blog permite um espaço para discussões políticas que muitas vezes não existe dentro do ambiente acadêmico, não num nível tão elevado pelo menos. O caráter documental também tem muito a acrescentar às vantagens do blog; além de simplesmente fixar a informação e a discussão associando-as a uma determinada linha temporal, a permanência dessa negociação no ciberespaço confere a ela uma historicidade. Logo, pode-se traçar o rumo tomado a partir de discussões ambientadas no blog. É possível que se trace um paralelo das ações propostas dentro desse espaço com as ações adotadas pelo setor administrativo acadêmico, diagnosticando o nível de eficiência política do grupo virtual.
3. Que relações existem entre o corpo material das pessoas e o ciberespaço? Explique.
O ciberespaço simultaneamente caracteriza a superação do corpo e, na medida que possibilita e exige elementos representativos como avatares, permite a extensão do corpo. Pode-se dizer que a relação entre o corpo e o ciberespaço é discursiva e pessoal, pois ele é representado nesse espaço com grandes referências à carga subjetiva do internauta. Mesmo que essa pessoa opte por uma descrição o mais fiel possível, a narrativa ainda englobará (e necessitará) de elementos complementares que facilitem a compreensão da estrutura visual objetivda e ainda confira determinados valores a essa mesma estrutura. A estrutura corporal, no momento que penetra no ciberespaço pela descrição pessoal, é moldável e pode ser atualizada constantemente. O usuário da rede pode modificar aspectos do seu corpo virtual com o simples clicar do mouse. Contudo, essa modificação passa por todo um processo simbólico, mudando a identidade de quem faz a mudança e a imagem dessa pessoa para quem percebe a característica alterada. Logo, a alteração do corpo no ciberespaço é muito mais relacionada à percepção dos interagentes dessa estrutura do que à aprimoração utilitarista dessa ferramenta.
Vale lembrar, portanto, que o corpo no ciberespaço é representado pelo avatar, que projeta a pessoa dentro do ambiente virtual, o qual a pessoa não poderia acessar se não pela forma do avatar. Logo, as características humanas próprias do indivíduo são superadas e tomam a forma de um padrão de dados que constituem informações. São utilizados diversos recursos para suplantar a presença corpórea, visando dar visibilidade e compreensão a essa estrutura, mesmo que de forma falsa, uma vez que uma pessoa pode construir e suportar uma imagem que não lhe é correspondente, podendo passar por outra pessoa ou adotar características que desejam.
Considerando que o DA é uma representação da voz dos estudantes no cenário administrativo acadêmico, sua função se compara praticamente à da câmara dos deputados em um plano nacional. Essa análise pode ser extendida tanto à função do diretório quanto à forma como ele é compreendido; os estudantes conhecem a estrutura organizada, sabem quem são os representantes do DA, mas apenas a minoria sabe das propostas e ações iniciadas a partir desse movimento. Em virtude dessa falta de conhecimento, o estudante que não é próximo de algum dos integrantes do diretório sente sua participação inibida, distanciando-o do movimento estudantil e, conseqüentemente, negando sua presença direta na tomada de decisões que afetarão as diretrizes adotadas pelo curso e, ao mesmo tempo, as que lhe são impostas pelo setor superior da universidade.
Com base nesse cenário, a primeira estratégia visaria convidar o universitário a se engajar nesse processo político. Para que se concretize tal objetivo é necessário, em primeiro lugar, atrair a atenção dos estudantes. Paredes do campus, então, seriam revestidas por panos pichados contendo palavras de protesto. Em adição, seriam espalhados diversos cartazes com o mesmo teor crítico, contendo frases de efeito moral e charges. Contudo, o conteúdo desse material não viria ao encontro da realidade, ou seja, seriam apenas boatos que, de certa forma, encontrariam suporte na ironia. Ainda dentro desse material, seria indicado o endereço do weblog que, por sua vez, se relacionaria ao tema central da campanha. Para ilustrar essa ação podem ser considerados exemplos como www.queremfecharoda.com.br ou também www.queremtecalar.com.br. Dentro desse blog os estudantes encontrariam, além de uma explicação para a campanha, ações concretizadas pelo diretório e iniciativas ainda em processo. Universitários seriam convidados a integrar o movimento estudantil para que todos aqueles protestos não se tornem reais num momento próximo. A estrutura de comentários do blog ainda permitiria aos usuários comentarem as propostas e sugerirem novas ações.
A segunda estratégia poderia ser tanto uma alternativa à primeira quanto um complemento dela. Caso fosse apresentada como recurso único, ela trabalharia em um cenário de preconceito e insatisfação decorrente da própria imagem da universidade. A UCPel, por associações externas, é remetida à imagem de uma instituição de fraco ensino e, muitas vezes, vista com uma imagem negativa pelas caras mensalidades, propiciando a disseminação de boatos de que a faculdade não se preocuparia com a estrutura oferecida aos seus alunos, contentando-se com fracos laboratórios e um ambiente de ensino meramente regular. Para isso, ofereceria-se não palestras, mas mesas abertas de discussão onde professores debateriam esse tema entre si. Seriam convidados professores, sendo eles de um único curso ou não, que tivessem diferentes relações com a faculdade, além do presidente ou de outro membro do diretório acadêmico; comporiam a mesa desde um professor que tem por função a coordenação de um núcleo de ensino, de um determinado curso até aquele que apenas leciona poucas vezes por semana. Como estrutura organizadora desse encontro se apresentaria o blog, representando a face estudantil. Dentro do determinado espaço virtual seriam veiculadas notícias pertinentes à relação faculdade-estudante; seriam relatadas ações administrativas que agissem diretamente sobre o movimento estudantil, em adição seriam retratados os ambientes da faculdade, descritos pelos próprios usuários das estruturas — professores-coordenadores e alunos — que analisariam esses ambientes e sugeririam melhorias possíveis. O blog serviria como um termômetro dessas mesas abertas uma vez que as discussões girariam em torno do conteúdo da página. Logo, seriam expostos os lados positivo e negativo da universidade, discutida a própria estrutura da UCPel e também avaliado medidas possíveis de serem trabalhadas tanto pelos núcleos de organização quanto pelos diretórios acadêmicos.
Essa estratégia objetivaria à desmistificação de boatos que são criados e trazidos para dentro do ambiente universitário pelos próprios estudantes. Os professores trabalhariam com as questões levantadas pelos universitários, servindo verdadeiramente como mediadores entre os alunos e a estrutura da faculdade. Tais medidas esclareceriam decisões adotadas pela administração e ainda por cima facilitariam a ação do diretório acadêmico, que muitas vezes não sabe sobre quais elementos trabalhar e desconhece o seu poder de ação.
2. Analise como as características das redes podem auxiliar ou prejudicar suas estratégias propostas na questão anterior. Explique.
As redes sociais, em ambas estratégias, podem atrapalhar pela forma como se estabelecem. Ambos blogs são ambientes virtuais provisórios criados para ações específicas num espaço de tempo relativamente curto. Pela sua concepção prematura, não é imbuído do sentimento de pertença essencial à configuração de um grupo. Logo, os blogs podem: a) ser ignorados, acarretando na difusão de um boato que pode levar a uma série de mal-entendidos na primeira estratégia, e ao potencial enfraquecimento da segunda, que seria fortemente prejudicada na qualidade e na quantidade das questões debatidas; b) ser vítimas de ações hostis, criticando duramente as ações adotadas pelos blogs por n motivos que, se não vistas a tempo poderiam gerar grande perda de credibilidade do conteúdo.
Ainda dentro de uma analise que engloba ambas estratégias, a visibilidade adquirida pelo blog no ambiente universitário poderia dar partida à atitudes de simulação e dissimulação por parte dos seus colaboradores. Como forma de apropriação do capital social gerado dentro dos laços constituídos no ciberespaço, o avatar (no que diz respeito à representação da pessoa dentro de determinado espaço) permite a criação de inúmeros personagens sujeitos à interpretação dos demais usuários, sejam eles passivos ou ativos. Em virtude dessa característica, alguém poderia se utilizar do espaço levantando boatos, defendo posições que vão de encontro ao seu pensamento somente objetivando criar uma determinada imagem na mente de quem acessar o conteúdo. Logo, os blogs tornam-se espaços de forte propaganda política, não apenas por insentivarem discussões acerca dessa área, porém ganhando visibilidade e força na própria despolitização existente, pois surge como espaço comunitário único que traz a política até o ambiente universitário. Em adição, a transgressão desse espaço ainda é objetivo intrínseco do próprio blog. Essa característica torna esses espaços muito propícios aos marqueteiros políticos, num sentido pejorativo, que apenas se apropriam do capital social gerado a fim de alavancarem iniciativas próprias. O blog seria, portanto, utilizado, em primeiro plano, para a formação da imagem, e não para a proposição de novos rumos e iniciativas extensíveis ao ambiente acadêmico.
Em oposição a essa perspectiva, o blog complementa a proposta com seu poder amplificador gerado da coesão dos membros, constituindo um grupo que, por conseqüência, ganha um poder de ação muito maior. O capital social decorrente dos laços de união grupal dá uma nova visibilidade e uma maior gama de significados ao grupo. Logo, a própria expansão do grupo propicia um ambiente onde esse processo encontra sua continuidade e tende ao estado de inércia. Em outras palavras, conforme o grupo ganha mais visibilidade, mais pessoas interessam-se em participar e grandes são as chances da relação indivíduo-grupo se intensificarem, o que daria mais visibilidade ao grupo e assim por diante. Em adição,como extensão do espaço universitário, o blog permite um espaço para discussões políticas que muitas vezes não existe dentro do ambiente acadêmico, não num nível tão elevado pelo menos. O caráter documental também tem muito a acrescentar às vantagens do blog; além de simplesmente fixar a informação e a discussão associando-as a uma determinada linha temporal, a permanência dessa negociação no ciberespaço confere a ela uma historicidade. Logo, pode-se traçar o rumo tomado a partir de discussões ambientadas no blog. É possível que se trace um paralelo das ações propostas dentro desse espaço com as ações adotadas pelo setor administrativo acadêmico, diagnosticando o nível de eficiência política do grupo virtual.
3. Que relações existem entre o corpo material das pessoas e o ciberespaço? Explique.
O ciberespaço simultaneamente caracteriza a superação do corpo e, na medida que possibilita e exige elementos representativos como avatares, permite a extensão do corpo. Pode-se dizer que a relação entre o corpo e o ciberespaço é discursiva e pessoal, pois ele é representado nesse espaço com grandes referências à carga subjetiva do internauta. Mesmo que essa pessoa opte por uma descrição o mais fiel possível, a narrativa ainda englobará (e necessitará) de elementos complementares que facilitem a compreensão da estrutura visual objetivda e ainda confira determinados valores a essa mesma estrutura. A estrutura corporal, no momento que penetra no ciberespaço pela descrição pessoal, é moldável e pode ser atualizada constantemente. O usuário da rede pode modificar aspectos do seu corpo virtual com o simples clicar do mouse. Contudo, essa modificação passa por todo um processo simbólico, mudando a identidade de quem faz a mudança e a imagem dessa pessoa para quem percebe a característica alterada. Logo, a alteração do corpo no ciberespaço é muito mais relacionada à percepção dos interagentes dessa estrutura do que à aprimoração utilitarista dessa ferramenta.
Vale lembrar, portanto, que o corpo no ciberespaço é representado pelo avatar, que projeta a pessoa dentro do ambiente virtual, o qual a pessoa não poderia acessar se não pela forma do avatar. Logo, as características humanas próprias do indivíduo são superadas e tomam a forma de um padrão de dados que constituem informações. São utilizados diversos recursos para suplantar a presença corpórea, visando dar visibilidade e compreensão a essa estrutura, mesmo que de forma falsa, uma vez que uma pessoa pode construir e suportar uma imagem que não lhe é correspondente, podendo passar por outra pessoa ou adotar características que desejam.
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