1) Encontrar, na web, um exemplo de cada tipo de ciborgue e um exemplo de pós-humano. Explicá-los.
a. Cibórgue Interpretativo

"Esses professores marxistas safados!"
Corresponde a uma pessoa que deixa que a mídia pense por ele, inibindo sua capacidade crítica.
b. Ciborgue Protético

O médico precisa dos seus óculos para sobreviver.
O ciborgue protético caracteriza uma pessoa que necessita das próteses para viver. Sendo dependente da relação com a máquina.
c. Ciborgue Metafórico

O ciborgue metafórico é aquele que necessita da tecnologia para poder executar plenamente seu trabalho ou uma atividade.
d. Pós-humano

O pós-humano, nesse caso, se caracteriza pela libertação do corpo e pela constituição da imagem num padrão de informação. "Ayrton Senna não morreu, tá fazendo um pit stop", diriam os brasileiros. A imagem desse homem superou seu corpo e se transformou num símbolo de garra, luta e perserverança para toda uma nação, continuando a ser o Ayrton Senna para todo um povo, mesmo tendo morrido durante uma corrida. Dono de frases como "Se depender de mim, vocês, jornalistas, irão esgotar os adjetivos do dicionário" e "O importante é ganhar. Tudo e sempre. Essa história que o importante é competir não passa de demagogia", Senna continua inspirando e orgulhando brasileiros. A sua superação do corpo e da morte se dá exatamente nos ideais que inspira e sempre carregou. Logo, pode-se dizer que, em grande parte, muito de sua subjetividade continua viva entre todo um povo.
2) Construir um avatar de si e um de um colega. Publicar.


3) Analisar em que medida o avatar é uma expressão de si mesmo e de suas percepções do colega.
O avatar não carrega somente a percepção que tenho da minha própria imagem e da do meu colega. Na medida em que o avatar é um recurso que faz essa representação em um ambiente onde os corpos não podem acessar diretamente, ele deixa de ser um elemento meramente descritivo e a passa a adquirir também uma carga subjetiva representada pela minha percepção desses valores e características, minhas e do meu colega. Logo, o meu próprio avatar não corresponde necessariamente ao que eu sou, mas ao que acho que sou, a forma como eu interpreto minhas próprias atitudes.
A descrição corporal é objetiva nos avatares que construi, porém a escolha de elementos como as roupas e acessórios, tais como a corrente, o celular e a mochila, fazem parte de um conjunto de percepções que construi. A corrente ou a camisa do Super-Homem não são partes do meu corpo, mas, em certo ponto, não deixam de ser representações do meu ser. No momento em que esses elementos exteriorizam valores, eles são parte integrante da minha subjetividade. Em outras palavras, a corrente e a camisa podem ter um significado para mim e outro completamente diferente para outras pessoas, que poderiam achar melhor o uso de um crucifixo no lugar da corrente, por exemplo. A mesma percepção vale para o meu colega, só que com uma inversão de papéis. No momento em que o descrevi virtualmente carregando um celular e uma mochila, quis representar valores que associo a ele, que acredito que ele tenha, mesmo que, de alguma forma, ele encare essa representação de forma pejorativa.
Logo, o avatar é mais do que uma representação descritiva do corpo em um espaço inalcançável por esse. O avatar corresponde a uma identidade, pois foi impregnado de significações no seu processo construtivo e, também, ao ser visualizado. Quando começo a criação de um avatar, levanto pontos importantes, que são as características mais marcantes conforme as percebo. Esse serão os elementos chave que caracterizarão o avatar, representando os primeiros elementos que noto em uma determinada pessoa. Ao visualizar o desenho confiro se alcancei o objetivo desejado e, para isso, preciso repensar cada um dos elementos constituintes da imagem. Portanto, se existe um elemento incoerente ou caso tenha ficado em dúvida entre dois duranto o processo de construção, vou procurar examinar cada um desses separadamente e mais atentamente, na tentiva de captar uma gama maior de valores agregados, tentando encaixá-los na personalidade da pessoa descrita.
a. Cibórgue Interpretativo

"Esses professores marxistas safados!"
Corresponde a uma pessoa que deixa que a mídia pense por ele, inibindo sua capacidade crítica.
b. Ciborgue Protético

O médico precisa dos seus óculos para sobreviver.
O ciborgue protético caracteriza uma pessoa que necessita das próteses para viver. Sendo dependente da relação com a máquina.
c. Ciborgue Metafórico

O ciborgue metafórico é aquele que necessita da tecnologia para poder executar plenamente seu trabalho ou uma atividade.
d. Pós-humano

O pós-humano, nesse caso, se caracteriza pela libertação do corpo e pela constituição da imagem num padrão de informação. "Ayrton Senna não morreu, tá fazendo um pit stop", diriam os brasileiros. A imagem desse homem superou seu corpo e se transformou num símbolo de garra, luta e perserverança para toda uma nação, continuando a ser o Ayrton Senna para todo um povo, mesmo tendo morrido durante uma corrida. Dono de frases como "Se depender de mim, vocês, jornalistas, irão esgotar os adjetivos do dicionário" e "O importante é ganhar. Tudo e sempre. Essa história que o importante é competir não passa de demagogia", Senna continua inspirando e orgulhando brasileiros. A sua superação do corpo e da morte se dá exatamente nos ideais que inspira e sempre carregou. Logo, pode-se dizer que, em grande parte, muito de sua subjetividade continua viva entre todo um povo.
2) Construir um avatar de si e um de um colega. Publicar.


3) Analisar em que medida o avatar é uma expressão de si mesmo e de suas percepções do colega.
O avatar não carrega somente a percepção que tenho da minha própria imagem e da do meu colega. Na medida em que o avatar é um recurso que faz essa representação em um ambiente onde os corpos não podem acessar diretamente, ele deixa de ser um elemento meramente descritivo e a passa a adquirir também uma carga subjetiva representada pela minha percepção desses valores e características, minhas e do meu colega. Logo, o meu próprio avatar não corresponde necessariamente ao que eu sou, mas ao que acho que sou, a forma como eu interpreto minhas próprias atitudes.
A descrição corporal é objetiva nos avatares que construi, porém a escolha de elementos como as roupas e acessórios, tais como a corrente, o celular e a mochila, fazem parte de um conjunto de percepções que construi. A corrente ou a camisa do Super-Homem não são partes do meu corpo, mas, em certo ponto, não deixam de ser representações do meu ser. No momento em que esses elementos exteriorizam valores, eles são parte integrante da minha subjetividade. Em outras palavras, a corrente e a camisa podem ter um significado para mim e outro completamente diferente para outras pessoas, que poderiam achar melhor o uso de um crucifixo no lugar da corrente, por exemplo. A mesma percepção vale para o meu colega, só que com uma inversão de papéis. No momento em que o descrevi virtualmente carregando um celular e uma mochila, quis representar valores que associo a ele, que acredito que ele tenha, mesmo que, de alguma forma, ele encare essa representação de forma pejorativa.
Logo, o avatar é mais do que uma representação descritiva do corpo em um espaço inalcançável por esse. O avatar corresponde a uma identidade, pois foi impregnado de significações no seu processo construtivo e, também, ao ser visualizado. Quando começo a criação de um avatar, levanto pontos importantes, que são as características mais marcantes conforme as percebo. Esse serão os elementos chave que caracterizarão o avatar, representando os primeiros elementos que noto em uma determinada pessoa. Ao visualizar o desenho confiro se alcancei o objetivo desejado e, para isso, preciso repensar cada um dos elementos constituintes da imagem. Portanto, se existe um elemento incoerente ou caso tenha ficado em dúvida entre dois duranto o processo de construção, vou procurar examinar cada um desses separadamente e mais atentamente, na tentiva de captar uma gama maior de valores agregados, tentando encaixá-los na personalidade da pessoa descrita.
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